Imagine quando isso estiver realmente funcionando???
Blog do Cavuto
terça-feira, 17 de abril de 2012
domingo, 18 de setembro de 2011
Novo segmento de mercado
Que tal uma Babysitter com experiência e eficiência?
Esta Revista Masculina tem uma forma engraçada para divulgar seu produto sem ofender aqueles que por ventura venham a não apreciar este tipo de conteúdo.
A roupa de cama achei a melhor...
Esta Revista Masculina tem uma forma engraçada para divulgar seu produto sem ofender aqueles que por ventura venham a não apreciar este tipo de conteúdo.
A roupa de cama achei a melhor...
Quando a Criatividade atrapalha
Uma vez em São Paulo achei que propaganda de Sabão em Pó na capa da caixa de pizza já era ruim pois comendo a pizza parecida que você estava sentindo o gosto do sabão na pizza.
Agora vejam a genialidade do cara abaixo tentando divulgar sua empresa, certamente as duas empresas quebraram..rsrsrsrs
sem comentários.....
Agora vejam a genialidade do cara abaixo tentando divulgar sua empresa, certamente as duas empresas quebraram..rsrsrsrs
sem comentários.....
sábado, 16 de julho de 2011
Eduardo e Mônica - O Filme
Com produção da O2 Filmes e Criação da Agência África, a Vivo entra de forma proeminente no mundo do Marketing Viral através das redes Sociais.
Este filme foi veiculado pelo Facebook e o número de acessos já ultrapassam os 8.182.758.
Estudos revelam que o tempo gasto em redes sociais é pelo menos 55% maior do que o tempo gasto com emails, tornando as redes sociais muito mais efetivas que o antigo, mas ainda presente email marketing.
Vem aí a nova onda da comunicação, será que estamos preparados?
Este filme foi veiculado pelo Facebook e o número de acessos já ultrapassam os 8.182.758.
Estudos revelam que o tempo gasto em redes sociais é pelo menos 55% maior do que o tempo gasto com emails, tornando as redes sociais muito mais efetivas que o antigo, mas ainda presente email marketing.
Vem aí a nova onda da comunicação, será que estamos preparados?
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Micro Planejamento
Todos nós somos especializados em planejamento. O que diferencia as pessoas é a forma da racionalização da atividade de planejar, onde em muitos casos somos empíricos e em outros mais racionais.
Se conseguirmos transportar estes processos mentais de planejamento das atividades rotineiras para as atividades empresariais, estaríamos dando um salto qualitativo em nossa carreira profissional.
Imaginem a nossa capacidade de planejamento e cumprimento de metas e prazos durante uma simples rotina diária transcrita para o dia-a-dia empresarial. Talvez você se pergunte, “eu não faço planejamento das minhas rotinas diárias” e aí eu pergunto, “será?”.
Então vejamos, quando você programa o despertador para ir trabalhar ou realizar qualquer outra atividade pela manhã, qual é sua meta? Bem, neste caso é chegar no horário em seu compromisso, seja ele trabalho ou qualquer outra atividade. E você sabe que não basta chegar no horário em seu compromisso, também tem de estar apresentável. Então com estas duas primeiras informações, de qual o “prazo de entrega” e como deve “entregar” você inicia todo o processo de planejamento com todas as atividades diretas e indiretas que deverão ser executadas com seus devidos prazos de término para que sua meta de chegar ao compromisso no horário seja cumprida.
O que parece ser um simples ato de ligar o despertador refere-se a todo o planejamento para a “entrega” da atividade. Ao ligá-lo, você está traçando de traz para frente todos as rotinas que deverão ser cumpridas, pois você sabe que deve ter o tempo de “soneca”, depois o tempo do banho, o tempo de escovar os dentes, pentear os cabelos, colocar a roupa e, além de planejar os tempos de duração de cada atividade, ainda você planeja a sequência de forma ordenada da execução de cada atividade, já que, você não pode primeiro colocar a roupa de trabalho para depois tomar banho. Você sabe que primeiro tem de executar a tarefa banho, para depois ir para tarefa colocar roupa íntima e assim sucessivamente.
Alguns super heróis mais distraídos e pouco preocupados com planejamento já falharam com o estabelecimento das concentrações de prioridade e com isso saíram por aí com a cueca por cima das calças, como é o caso do Super Homem e do Batman, mas acredito que não será o nosso caso.
As mulheres são eximias em planejamento, uma vez que a montagem da estratégia de ataque para combinar roupas acessórios e maquiagem de forma perfeita é algo extraordinário. Mas mesmo com todo este planejamento, ainda nos equivocamos, tomamos decisões erradas e quando chegamos ao resultado final ou próximo a ele, percebemos que o produto final não está muito bom, e aí o que fazemos? Voltamos o processo para a parte que não ficou boa, refazemos o planejamento de forma mais rápida e corrigimos as falhas e voltamos a vestir novas roupas que ficarão em uma melhor combinação, assim como devemos fazer em nossa vida profissional. Errar um planejamento é normal, mas a velocidade em perceber o erro e em corrigi-lo é que faz toda a diferença para o cumprimento do prazo.
E o que acontece quando perdemos o horário? Aí é que viramos experts em planejamento. Refazemos o planejamento das atividades, otimizamos os tempos de execução, abrimos mão de atividades não prejudiciais à meta que é chegar ao compromisso no horário e apresentável, como por exemplo passar um pouco mais de maquiagem ou pegar aquele relógio na gaveta e saímos de casa voando, não é?
E porque não fazemos isto em nossa vida profissional? Quando perdemos um prazo, ou estamos próximo a perdê-lo, nós aceleramos? Nós otimizamos nosso tempo? Nós abrimos mão de itens menos importantes? Ou será que paramos para ficar reclamando? Algumas pessoas quando se atrasam pela manhã, começam a reclamar de tudo, mas não perdem o ritmo, o que demonstra mais organização ainda, já que são capazes de fazer tudo o que é necessário para saírem no horário e ainda em conjunto reclamar de tudo e todos.
Se em nosso dia-a-dia empresarial, tivermos a capacidade de planejamento de um simples despertar, racionalizando processos, definindo atividades e conhecendo os propósitos do que estamos fazendo, teremos um uma vida profissional muito mais prazerosa, produtiva, duradoura e com muito mais sucesso.
Se conseguirmos transportar estes processos mentais de planejamento das atividades rotineiras para as atividades empresariais, estaríamos dando um salto qualitativo em nossa carreira profissional.
Imaginem a nossa capacidade de planejamento e cumprimento de metas e prazos durante uma simples rotina diária transcrita para o dia-a-dia empresarial. Talvez você se pergunte, “eu não faço planejamento das minhas rotinas diárias” e aí eu pergunto, “será?”.
Então vejamos, quando você programa o despertador para ir trabalhar ou realizar qualquer outra atividade pela manhã, qual é sua meta? Bem, neste caso é chegar no horário em seu compromisso, seja ele trabalho ou qualquer outra atividade. E você sabe que não basta chegar no horário em seu compromisso, também tem de estar apresentável. Então com estas duas primeiras informações, de qual o “prazo de entrega” e como deve “entregar” você inicia todo o processo de planejamento com todas as atividades diretas e indiretas que deverão ser executadas com seus devidos prazos de término para que sua meta de chegar ao compromisso no horário seja cumprida.
O que parece ser um simples ato de ligar o despertador refere-se a todo o planejamento para a “entrega” da atividade. Ao ligá-lo, você está traçando de traz para frente todos as rotinas que deverão ser cumpridas, pois você sabe que deve ter o tempo de “soneca”, depois o tempo do banho, o tempo de escovar os dentes, pentear os cabelos, colocar a roupa e, além de planejar os tempos de duração de cada atividade, ainda você planeja a sequência de forma ordenada da execução de cada atividade, já que, você não pode primeiro colocar a roupa de trabalho para depois tomar banho. Você sabe que primeiro tem de executar a tarefa banho, para depois ir para tarefa colocar roupa íntima e assim sucessivamente.
Alguns super heróis mais distraídos e pouco preocupados com planejamento já falharam com o estabelecimento das concentrações de prioridade e com isso saíram por aí com a cueca por cima das calças, como é o caso do Super Homem e do Batman, mas acredito que não será o nosso caso.
As mulheres são eximias em planejamento, uma vez que a montagem da estratégia de ataque para combinar roupas acessórios e maquiagem de forma perfeita é algo extraordinário. Mas mesmo com todo este planejamento, ainda nos equivocamos, tomamos decisões erradas e quando chegamos ao resultado final ou próximo a ele, percebemos que o produto final não está muito bom, e aí o que fazemos? Voltamos o processo para a parte que não ficou boa, refazemos o planejamento de forma mais rápida e corrigimos as falhas e voltamos a vestir novas roupas que ficarão em uma melhor combinação, assim como devemos fazer em nossa vida profissional. Errar um planejamento é normal, mas a velocidade em perceber o erro e em corrigi-lo é que faz toda a diferença para o cumprimento do prazo.
E o que acontece quando perdemos o horário? Aí é que viramos experts em planejamento. Refazemos o planejamento das atividades, otimizamos os tempos de execução, abrimos mão de atividades não prejudiciais à meta que é chegar ao compromisso no horário e apresentável, como por exemplo passar um pouco mais de maquiagem ou pegar aquele relógio na gaveta e saímos de casa voando, não é?
E porque não fazemos isto em nossa vida profissional? Quando perdemos um prazo, ou estamos próximo a perdê-lo, nós aceleramos? Nós otimizamos nosso tempo? Nós abrimos mão de itens menos importantes? Ou será que paramos para ficar reclamando? Algumas pessoas quando se atrasam pela manhã, começam a reclamar de tudo, mas não perdem o ritmo, o que demonstra mais organização ainda, já que são capazes de fazer tudo o que é necessário para saírem no horário e ainda em conjunto reclamar de tudo e todos.
Se em nosso dia-a-dia empresarial, tivermos a capacidade de planejamento de um simples despertar, racionalizando processos, definindo atividades e conhecendo os propósitos do que estamos fazendo, teremos um uma vida profissional muito mais prazerosa, produtiva, duradoura e com muito mais sucesso.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
O que vai acontecer com a Geração Y?
Parece meio clichê, mas é engraçado como sendo o mundo uma esfera, como temos dentro dela também ciclos e mais ciclos que se alternam a cada passar de anos. A tão falada globalização sempre existiu na forma das conquistas dos grandes impérios como Roma, França, Alemanha, China dentre outros, e lembrando que nestas épocas o chamado globo, ou mundo, era muito menor que o nosso atual, mas era o todo do mundo naqueles momentos e por isso não tenho receio em considerar como globalização estas conquistas de territórios. E com a “globalização”, o surgimento de novas tecnologias, através da assimilação do conhecimento da terra conquistada e do conhecimento do conquistar para o conquistado. Com a “globalização” também surgiram novos idiomas, novas culturas, novas formas de enxergar o mundo que nos rodeia e novos tipos de profissões e profissionais.
Com ela, também surgiram os protecionismos mercantis, as estratégias comerciais e os grandes gênios que se tornavam “Bilionários” do dia para a noite.
E isso tudo se repete, período após período, países se tornam potencias e depois caem, a globalização avança e depois regride na forma do protecionismo de mercado, os profissionais que eram os melhores da época são substituídos por novos profissionais mais ousados, mais preparados e assim será até o fim dos dias.
Hoje temos profissionais chamados de Geração Y, que são aqueles, que segundo a sociologia, são nascidos após a década de 80. Estes profissionais que hoje tem cerca de 30 anos é tipicamente alegre, e mesmo sobre alta pressão ainda consegue se comportar e gerar um ambiente leve, que não se preocupa com o salário, mas sim com seus bônus e como fazer para conquistá-los, não tem muita paciência para tarefas muito longas ou repetitivas, por isso, para este tipo de profissional, o importante é conseguir visualizar o ciclo completa do projeto, com início, meio e fim. Este profissional também não segue muito bem normas e procedimentos e ou a formalidades, não deixando de respeitar seus colegas ou sua empresa, mas fica subordinado a vínculos como caráter e transparência muito mais do que apenas a cargos, o que para ele significa apenas uma nova função, que não desiguala pessoas e sim pode gerar trocas de experiências, além de ser muito carente, pois é movido a elogios.
Este profissional que estará no comando das principais empresas na próxima década já está entrando em mais um novo ciclo, mais uma “substituição”, onde os chamados Geração Z, estarão se preparando para assumir sua posição dentro em breve.
O profissional da Geração Z é aquele nascido após a década de 90, com o boom da internet. Este profissional está acostumado a ligar o computador, a televisão, falar ao telefone e teclar em chats tudo isso ao mesmo tempo e ainda ouvindo música em seu tocador de MP4. Ficam menos deslumbrados com a evolução tecnológica que os profissionais da Geração Y pois já nasceram em meio a chipsets e joysticks além de não compreenderem a idéia de barreiras geográficas, nem a de não obterem informações na hora que querem ou necessitam.
Este jovem profissional imerso a inúmeros recursos e informações terá de ser orientado para a busca de verdades, já que em seu meio, muito da informação são os chamados “fake”, ou falsas, apenas criadas para comediar situações ou mesmo para ludibriar os menos atentos.
E estes profissionais comandarão as empresas daqui a duas décadas. E você? Está preparado para esta nova geração?
Com ela, também surgiram os protecionismos mercantis, as estratégias comerciais e os grandes gênios que se tornavam “Bilionários” do dia para a noite.
E isso tudo se repete, período após período, países se tornam potencias e depois caem, a globalização avança e depois regride na forma do protecionismo de mercado, os profissionais que eram os melhores da época são substituídos por novos profissionais mais ousados, mais preparados e assim será até o fim dos dias.
Hoje temos profissionais chamados de Geração Y, que são aqueles, que segundo a sociologia, são nascidos após a década de 80. Estes profissionais que hoje tem cerca de 30 anos é tipicamente alegre, e mesmo sobre alta pressão ainda consegue se comportar e gerar um ambiente leve, que não se preocupa com o salário, mas sim com seus bônus e como fazer para conquistá-los, não tem muita paciência para tarefas muito longas ou repetitivas, por isso, para este tipo de profissional, o importante é conseguir visualizar o ciclo completa do projeto, com início, meio e fim. Este profissional também não segue muito bem normas e procedimentos e ou a formalidades, não deixando de respeitar seus colegas ou sua empresa, mas fica subordinado a vínculos como caráter e transparência muito mais do que apenas a cargos, o que para ele significa apenas uma nova função, que não desiguala pessoas e sim pode gerar trocas de experiências, além de ser muito carente, pois é movido a elogios.
Este profissional que estará no comando das principais empresas na próxima década já está entrando em mais um novo ciclo, mais uma “substituição”, onde os chamados Geração Z, estarão se preparando para assumir sua posição dentro em breve.
O profissional da Geração Z é aquele nascido após a década de 90, com o boom da internet. Este profissional está acostumado a ligar o computador, a televisão, falar ao telefone e teclar em chats tudo isso ao mesmo tempo e ainda ouvindo música em seu tocador de MP4. Ficam menos deslumbrados com a evolução tecnológica que os profissionais da Geração Y pois já nasceram em meio a chipsets e joysticks além de não compreenderem a idéia de barreiras geográficas, nem a de não obterem informações na hora que querem ou necessitam.
Este jovem profissional imerso a inúmeros recursos e informações terá de ser orientado para a busca de verdades, já que em seu meio, muito da informação são os chamados “fake”, ou falsas, apenas criadas para comediar situações ou mesmo para ludibriar os menos atentos.
E estes profissionais comandarão as empresas daqui a duas décadas. E você? Está preparado para esta nova geração?
terça-feira, 19 de abril de 2011
Como saber se sou produtivo?
Esta é uma pergunta sempre muito poderosa, e na maioria das vezes as respostas são sempre cheias de emoção ligadas muito mais ao que acreditamos que fazemos do que das atividades que realmente executamos.
Sempre acompanho pessoas que vivem repletas de trabalho, sempre muito ocupadas, e para elas, tudo gira em torno delas, e como elas são os “mártires” da organização uma vez que se dedicam tanto que não são capazes de estudar, namorar, ver suas famílias ou às vezes em alguns casos, até voltar para casa no mesmo dia que saíram.
E ainda para aumentar o drama digno de grandes telenovelas mexicanas, elas têm de mostrar a todos como se dedicam como são trabalhadoras e como são produtivas por conservarem este tipo de postura.
Mas o que é realmente ser produtivo? Mas antes de responder esta pergunta, gostaria de fazer outra. Quantas atividades paralelas você iniciou ontem? Ou para facilitar a lembrança, quantas atividades você tinha pela manhã, e quantas você ainda tinha ao final do dia?
Agora que você pensou um pouco, respondo a primeira pergunta, o que é ser produtivo?
Produtividade para mim é algo bem simples e de fácil acompanhamento e verificação. Produtividade é a quantidade de atividades ou demandas que você consegue iniciar e finalizar, ou dentro do mesmo dia, ou dentro ou ainda antes do prazo.
Pessoas produtivas e reconhecidamente promovidas dentro das organizações, não são aquelas geniais que vivem tentando “reinventar a roda”, como muito dito em nosso meio empresarial, mas sim aquelas que têm a disciplina de cumprir prazos e mesmo iniciando várias atividades, são capazes de estabelecer prioridades e ir concluindo suas tarefas ao invés de apenas inicia-las.
E agora faço outra pergunta, quantas atividades você vem realizando diariamente e quantas você conclui ao longo do dia? Sei que para esta pergunta temos aquela velha resposta, “é, mas sempre que inicio uma atividade vem algo mais urgente e tenho de abandonar o que estou fazendo. Você diz isso, mas duvido que não sofra isso em sua empresa”.
Bem, todos nós sofremos este tipo de situação, mas o que diferencia os profissionais produtivos dos apenas “trabalhadores” é que os produtivos conseguem se organizar de forma escrita ou mental a tal ponto de sempre após terminar a urgência, retornar à primeira atividade deixada de lado, e antes de iniciar qualquer outra, finalizá-la.
Ser produtivo é bem mais simples do que ser “trabalhador”, pense no que você quer ser, e veja como anda se organizando para deixar seu trabalho mais produtivo.
sábado, 15 de janeiro de 2011
Ignore a Manchete e vá direto à notícia.
A comunicação entre os seres humanos é algo realmente surpreendente. Quando nos comunicamos existe uma necessidade mesmo que intrínseca de chamarmos a atenção para nós. E isso se torna mais relevante ainda se o assunto disser respeito ao trabalho do colega ao lado, ou do departamento vizinho
Os líderes mais experimentados já conhecem muito bem este tipo de situação, mas os mais jovens, aqueles em formação ainda tem um longo caminho pela frente para distinguir a manchete da notícia.
Todo veiculo de comunicação é vide regra sensacionalista, uns mais outros menos, mas seguindo as mesmas características citadas acima, quem fala quer ter atenção, e para os veículos isto significa maior tiragem de sua edição e maior retorno sobre seus investimentos. Para que isto aconteça não é incomum termos grandes manchetes sensacionalistas sobre temas não muito polêmicos; frases como “Esposa de jogador de futebol encontra homem no shopping” e quando você vai lê a matéria descobre que o homem era o pai dela, e não o suposto amante que insinuava na manchete.
Muitos jovens executivos, ainda impetuosos e cheios de energia, costumam atropelar procedimentos e condutas, por se desestabilizarem e com isso até desestabilizando suas equipes pela falta de paciência e experiência na checagem das informações.
Assim como os veículos de comunicação, os seres humanos tendem a aumentar os problemas ao transmiti-los para seus líderes, e isto é um grande desafio para os que estão galgando posições dentro das companhias. Os líderes devem ser ter a tranqüilidade de escutar a história toda, antes de se manifestarem e as vezes, mesmo ao final, ter a paciência para buscar maiores informações seja ela da pessoa envolvida ou do departamento citado.
Líderes devem ser pontos de equilíbrio para seus liderados, e não fonte de estímulo a transmissão de sua impetuosidade e energia. Existia um slogan de uma marca de pneus que dizia, “potência não é nada sem controle” e isso realmente pode ser muito bem aplicado às relações humanas. O vigor e a impaciência da inexperiência por vezes atrapalham muitas carreiras que poderiam ser de sucesso.
Portanto, saiba contemplar os relatos de seus liderados, e saiba orientá-los sobre a importância de filtros e de fidedignidade na transmissão da informação e aguarde o fim da manchete e todo o conteúdo da notícia para só depois tomar uma decisão, e quando for tomá-la, lembre-se que às vezes o bom redator pode tornar a notícia tão atraente quando a própria manchete, então, mantenha a paciência, equilíbrio e a compostura diante de sua equipe e vá de forma calma e tranqüila apurar os fatos.
Mágico ou Enxadrista?
Muitas pessoas gostam de fazer comparações lúdicas com respeito à sua profissão, o profissional liberal diz que é livre como um pássaro, o mergulhador se diz peixe fora d’água quando está em terra. Outros ainda comparam sua atividade a de outros profissionais como, “fui cirúrgico naquele conserto..” diz o pedreiro, entre outros.Muitos profissionais de marketing quando perguntados como definiriam sua profissão, muitos dizem que o estrategista ou profissional de marketing é como um jogador de xadrez, movimentando as peças uma após a outra. Eu gostaria de lhes propor uma nova visão sobre o assunto, talvez não tão nova, mas ainda discutível no meio executivo. Se você, como profissional de marketing fosse comparado a um jogador de xadrez e a um mágico, qual dos dois lhe traria mais afinidade? Se lhe perguntassem sobre qual se aproximaria mais de sua profissão, o que você responderia? Acredito, que muitos responderiam o enxadrista, pelo poder de concentração, capacidade de raciocínio lógico, matemático e evolutivo baseado nas análises dos modelos mentais armazenados de jogadas passadas e das possíveis, característicos deste tipo de profissional, certo? E o mágico? Figura estranha, enganador, hilário, previsível, correto? Pois o modelo do enxadrista é extremamente cartesiano assim como propõe o próprio tabuleiro, já parou para pensar nisso? Figuras geometricamente perfeitas, monocromáticas dispostas em dois eixos cartesianos X e Y. E o mágico? Pois acredito que ele é quem melhor representa profissional de marketing. Vamos pensar. Qual o objetivo principal do marketing? Sim, ainda é vender mais com a melhor margem. Só que, por trás do conceito temos que entender que isto só é atingido se o cliente ou consumidor se encantar pela mensagem ou produto, e é isso que o mágico faz, utilizando-se de todos os recursos disponíveis ele vai executando movimentos precisos e rápidos (veja que estamos lembrando do enxadrista, mas no caso dele os movimentos são lentos e anestesiantes as vezes) para despertar a atenção de seu consumidor. E veja que vai muito mais além, o mágico tem que se planejar, pois se não tiver cadência em suas mágicas não vai ter um “Gran Finale”, também tem de observar a concorrência, afinal, saber o que outro está fazendo e que agrada o público pode ser por bem até copiado. Também precisa se atualizar e buscar técnicas novas e novos modelos de pensamento baseado no que já aconteceu, testar ações e mágicas novas, prosseguir ou retira-las da seqüência do espetáculo de acordo com a reação do público, buscar em sua cadeia de fornecedores, parceiros, que possam ajudá-lo neste desenvolvimento e com custos razoáveis porque a inovação é importante mas sem desprezar o poder econômico de seu consumidor. Por fim a relação com toda a equipe motivando-a, imagine o funcionário que fecha o cadeado da algema, desmotivado, no número da cama de estacas? Pode ser uma experiência pouco prazerosa. Por estes atributos considero o mágico nosso maior representante. Pense nisso.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Empresa paga aluguel de R$ 12 mil de Lulinha
Fonte: Folha de São Paulo
Um dos filhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luís, mora desde 2007 em apartamento alugado por R$ 12 mil nos Jardins, bairro nobre de São Paulo. Quem paga a conta é uma empresa com contratos com vários governos, entre eles o federal.
Lulinha, como Fábio Luís é conhecido, não é sócio da empresa que paga o aluguel. O Grupo Gol, que alugou o apartamento, é do empresário de mídia e mercado editorial Jonas Suassuna, sócio de Lulinha em um outro negócio, a empresa de conteúdo eletrônico Gamecorp.
Primo do ex-senador Ney Suassuna (PMDB-PB), Jonas fez fortuna com venda de CDs da Bíblia gravados por Cid Moreira. Procurado pela Folha, Jonas disse que não vai mais pagar o aluguel para o filho do presidente.
A Folha apurou que até hoje é Suassuna quem paga o aluguel, e o dono do imóvel não havia sido contatado até a semana passada para discutir mudança no contrato, informa reportagem de José Ernesto Credendio e Andreza Matais, publicada nesta quinta-feira.
Outro lado
Lulinha disse à Folha que foi morar com o amigo em 2007, quando se separou. "Ele arcava com o aluguel e eu entrei com os móveis da minha antiga residência e assumi as despesas do apartamento. Há quatro meses pedi para ficar com todo o apartamento, pois me tornei pai, e estamos transferindo o contrato para meu nome."
Filho do dono do imóvel, o advogado Vladmir Silveira disse que não sabia que o filho de Lula era seu inquilino. "Quem alugou foi o Grupo Gol. O Jonas assina como proprietário dela e fiador, na física", escreveu, por e-mail.
A reportagem está disponível para assinantes da Folha e do UOL.
Leia a reportagem completa na Folha, que já está nas bancas.
Um dos filhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luís, mora desde 2007 em apartamento alugado por R$ 12 mil nos Jardins, bairro nobre de São Paulo. Quem paga a conta é uma empresa com contratos com vários governos, entre eles o federal.
Lulinha, como Fábio Luís é conhecido, não é sócio da empresa que paga o aluguel. O Grupo Gol, que alugou o apartamento, é do empresário de mídia e mercado editorial Jonas Suassuna, sócio de Lulinha em um outro negócio, a empresa de conteúdo eletrônico Gamecorp.
Primo do ex-senador Ney Suassuna (PMDB-PB), Jonas fez fortuna com venda de CDs da Bíblia gravados por Cid Moreira. Procurado pela Folha, Jonas disse que não vai mais pagar o aluguel para o filho do presidente.
A Folha apurou que até hoje é Suassuna quem paga o aluguel, e o dono do imóvel não havia sido contatado até a semana passada para discutir mudança no contrato, informa reportagem de José Ernesto Credendio e Andreza Matais, publicada nesta quinta-feira.
Outro lado
Lulinha disse à Folha que foi morar com o amigo em 2007, quando se separou. "Ele arcava com o aluguel e eu entrei com os móveis da minha antiga residência e assumi as despesas do apartamento. Há quatro meses pedi para ficar com todo o apartamento, pois me tornei pai, e estamos transferindo o contrato para meu nome."
Filho do dono do imóvel, o advogado Vladmir Silveira disse que não sabia que o filho de Lula era seu inquilino. "Quem alugou foi o Grupo Gol. O Jonas assina como proprietário dela e fiador, na física", escreveu, por e-mail.
A reportagem está disponível para assinantes da Folha e do UOL.
Leia a reportagem completa na Folha, que já está nas bancas.
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