Todos nós somos especializados em planejamento. O que diferencia as pessoas é a forma da racionalização da atividade de planejar, onde em muitos casos somos empíricos e em outros mais racionais.
Se conseguirmos transportar estes processos mentais de planejamento das atividades rotineiras para as atividades empresariais, estaríamos dando um salto qualitativo em nossa carreira profissional.
Imaginem a nossa capacidade de planejamento e cumprimento de metas e prazos durante uma simples rotina diária transcrita para o dia-a-dia empresarial. Talvez você se pergunte, “eu não faço planejamento das minhas rotinas diárias” e aí eu pergunto, “será?”.
Então vejamos, quando você programa o despertador para ir trabalhar ou realizar qualquer outra atividade pela manhã, qual é sua meta? Bem, neste caso é chegar no horário em seu compromisso, seja ele trabalho ou qualquer outra atividade. E você sabe que não basta chegar no horário em seu compromisso, também tem de estar apresentável. Então com estas duas primeiras informações, de qual o “prazo de entrega” e como deve “entregar” você inicia todo o processo de planejamento com todas as atividades diretas e indiretas que deverão ser executadas com seus devidos prazos de término para que sua meta de chegar ao compromisso no horário seja cumprida.
O que parece ser um simples ato de ligar o despertador refere-se a todo o planejamento para a “entrega” da atividade. Ao ligá-lo, você está traçando de traz para frente todos as rotinas que deverão ser cumpridas, pois você sabe que deve ter o tempo de “soneca”, depois o tempo do banho, o tempo de escovar os dentes, pentear os cabelos, colocar a roupa e, além de planejar os tempos de duração de cada atividade, ainda você planeja a sequência de forma ordenada da execução de cada atividade, já que, você não pode primeiro colocar a roupa de trabalho para depois tomar banho. Você sabe que primeiro tem de executar a tarefa banho, para depois ir para tarefa colocar roupa íntima e assim sucessivamente.
Alguns super heróis mais distraídos e pouco preocupados com planejamento já falharam com o estabelecimento das concentrações de prioridade e com isso saíram por aí com a cueca por cima das calças, como é o caso do Super Homem e do Batman, mas acredito que não será o nosso caso.
As mulheres são eximias em planejamento, uma vez que a montagem da estratégia de ataque para combinar roupas acessórios e maquiagem de forma perfeita é algo extraordinário. Mas mesmo com todo este planejamento, ainda nos equivocamos, tomamos decisões erradas e quando chegamos ao resultado final ou próximo a ele, percebemos que o produto final não está muito bom, e aí o que fazemos? Voltamos o processo para a parte que não ficou boa, refazemos o planejamento de forma mais rápida e corrigimos as falhas e voltamos a vestir novas roupas que ficarão em uma melhor combinação, assim como devemos fazer em nossa vida profissional. Errar um planejamento é normal, mas a velocidade em perceber o erro e em corrigi-lo é que faz toda a diferença para o cumprimento do prazo.
E o que acontece quando perdemos o horário? Aí é que viramos experts em planejamento. Refazemos o planejamento das atividades, otimizamos os tempos de execução, abrimos mão de atividades não prejudiciais à meta que é chegar ao compromisso no horário e apresentável, como por exemplo passar um pouco mais de maquiagem ou pegar aquele relógio na gaveta e saímos de casa voando, não é?
E porque não fazemos isto em nossa vida profissional? Quando perdemos um prazo, ou estamos próximo a perdê-lo, nós aceleramos? Nós otimizamos nosso tempo? Nós abrimos mão de itens menos importantes? Ou será que paramos para ficar reclamando? Algumas pessoas quando se atrasam pela manhã, começam a reclamar de tudo, mas não perdem o ritmo, o que demonstra mais organização ainda, já que são capazes de fazer tudo o que é necessário para saírem no horário e ainda em conjunto reclamar de tudo e todos.
Se em nosso dia-a-dia empresarial, tivermos a capacidade de planejamento de um simples despertar, racionalizando processos, definindo atividades e conhecendo os propósitos do que estamos fazendo, teremos um uma vida profissional muito mais prazerosa, produtiva, duradoura e com muito mais sucesso.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
O que vai acontecer com a Geração Y?
Parece meio clichê, mas é engraçado como sendo o mundo uma esfera, como temos dentro dela também ciclos e mais ciclos que se alternam a cada passar de anos. A tão falada globalização sempre existiu na forma das conquistas dos grandes impérios como Roma, França, Alemanha, China dentre outros, e lembrando que nestas épocas o chamado globo, ou mundo, era muito menor que o nosso atual, mas era o todo do mundo naqueles momentos e por isso não tenho receio em considerar como globalização estas conquistas de territórios. E com a “globalização”, o surgimento de novas tecnologias, através da assimilação do conhecimento da terra conquistada e do conhecimento do conquistar para o conquistado. Com a “globalização” também surgiram novos idiomas, novas culturas, novas formas de enxergar o mundo que nos rodeia e novos tipos de profissões e profissionais.
Com ela, também surgiram os protecionismos mercantis, as estratégias comerciais e os grandes gênios que se tornavam “Bilionários” do dia para a noite.
E isso tudo se repete, período após período, países se tornam potencias e depois caem, a globalização avança e depois regride na forma do protecionismo de mercado, os profissionais que eram os melhores da época são substituídos por novos profissionais mais ousados, mais preparados e assim será até o fim dos dias.
Hoje temos profissionais chamados de Geração Y, que são aqueles, que segundo a sociologia, são nascidos após a década de 80. Estes profissionais que hoje tem cerca de 30 anos é tipicamente alegre, e mesmo sobre alta pressão ainda consegue se comportar e gerar um ambiente leve, que não se preocupa com o salário, mas sim com seus bônus e como fazer para conquistá-los, não tem muita paciência para tarefas muito longas ou repetitivas, por isso, para este tipo de profissional, o importante é conseguir visualizar o ciclo completa do projeto, com início, meio e fim. Este profissional também não segue muito bem normas e procedimentos e ou a formalidades, não deixando de respeitar seus colegas ou sua empresa, mas fica subordinado a vínculos como caráter e transparência muito mais do que apenas a cargos, o que para ele significa apenas uma nova função, que não desiguala pessoas e sim pode gerar trocas de experiências, além de ser muito carente, pois é movido a elogios.
Este profissional que estará no comando das principais empresas na próxima década já está entrando em mais um novo ciclo, mais uma “substituição”, onde os chamados Geração Z, estarão se preparando para assumir sua posição dentro em breve.
O profissional da Geração Z é aquele nascido após a década de 90, com o boom da internet. Este profissional está acostumado a ligar o computador, a televisão, falar ao telefone e teclar em chats tudo isso ao mesmo tempo e ainda ouvindo música em seu tocador de MP4. Ficam menos deslumbrados com a evolução tecnológica que os profissionais da Geração Y pois já nasceram em meio a chipsets e joysticks além de não compreenderem a idéia de barreiras geográficas, nem a de não obterem informações na hora que querem ou necessitam.
Este jovem profissional imerso a inúmeros recursos e informações terá de ser orientado para a busca de verdades, já que em seu meio, muito da informação são os chamados “fake”, ou falsas, apenas criadas para comediar situações ou mesmo para ludibriar os menos atentos.
E estes profissionais comandarão as empresas daqui a duas décadas. E você? Está preparado para esta nova geração?
Com ela, também surgiram os protecionismos mercantis, as estratégias comerciais e os grandes gênios que se tornavam “Bilionários” do dia para a noite.
E isso tudo se repete, período após período, países se tornam potencias e depois caem, a globalização avança e depois regride na forma do protecionismo de mercado, os profissionais que eram os melhores da época são substituídos por novos profissionais mais ousados, mais preparados e assim será até o fim dos dias.
Hoje temos profissionais chamados de Geração Y, que são aqueles, que segundo a sociologia, são nascidos após a década de 80. Estes profissionais que hoje tem cerca de 30 anos é tipicamente alegre, e mesmo sobre alta pressão ainda consegue se comportar e gerar um ambiente leve, que não se preocupa com o salário, mas sim com seus bônus e como fazer para conquistá-los, não tem muita paciência para tarefas muito longas ou repetitivas, por isso, para este tipo de profissional, o importante é conseguir visualizar o ciclo completa do projeto, com início, meio e fim. Este profissional também não segue muito bem normas e procedimentos e ou a formalidades, não deixando de respeitar seus colegas ou sua empresa, mas fica subordinado a vínculos como caráter e transparência muito mais do que apenas a cargos, o que para ele significa apenas uma nova função, que não desiguala pessoas e sim pode gerar trocas de experiências, além de ser muito carente, pois é movido a elogios.
Este profissional que estará no comando das principais empresas na próxima década já está entrando em mais um novo ciclo, mais uma “substituição”, onde os chamados Geração Z, estarão se preparando para assumir sua posição dentro em breve.
O profissional da Geração Z é aquele nascido após a década de 90, com o boom da internet. Este profissional está acostumado a ligar o computador, a televisão, falar ao telefone e teclar em chats tudo isso ao mesmo tempo e ainda ouvindo música em seu tocador de MP4. Ficam menos deslumbrados com a evolução tecnológica que os profissionais da Geração Y pois já nasceram em meio a chipsets e joysticks além de não compreenderem a idéia de barreiras geográficas, nem a de não obterem informações na hora que querem ou necessitam.
Este jovem profissional imerso a inúmeros recursos e informações terá de ser orientado para a busca de verdades, já que em seu meio, muito da informação são os chamados “fake”, ou falsas, apenas criadas para comediar situações ou mesmo para ludibriar os menos atentos.
E estes profissionais comandarão as empresas daqui a duas décadas. E você? Está preparado para esta nova geração?
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