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Blog do Cavuto

sábado, 30 de janeiro de 2010

Lançamento do console Wii.

É a combinação de rítmo e movimento que o console proporciona.



Promoção deste tamanho, só pode ser um erro...

Esta peça explora o lado do "tomar vantagem" que nós ser humanos temos...

bem estruturado e simples...


Iphone - Tim Itália

Como informar as caracteríscas de um produto inovador? serve para mostrar que as vezes comunicar de forma simples é a melhor maneira de informar e criar uma nova tendência.



Mágico ou Enxadrista?

Muitas pessoas gostam de fazer comparações lúdicas com respeito à sua profissão, o profissional liberal diz que é livre como um pássaro, o mergulhador se diz peixe fora d’água quando está em terra. Outros ainda comparam sua atividade a de outros profissionais como, “fui cirúrgico naquele conserto..” diz o pedreiro, entre outros.Muitos profissionais de marketing quando perguntados como definiriam sua profissão, muitos dizem que o estrategista ou profissional de marketing é como um jogador de xadrez, movimentando as peças uma após a outra. Eu gostaria de lhes propor uma nova visão sobre o assunto, talvez não tão nova, mas ainda discutível no meio executivo. Se você, como profissional de marketing fosse comparado a um jogador de xadrez e a um mágico, qual dos dois lhe traria mais afinidade? Se lhe perguntassem sobre qual se aproximaria mais de sua profissão, o que você responderia? Acredito, que muitos responderiam o enxadrista, pelo poder de concentração, capacidade de raciocínio lógico, matemático e evolutivo baseado nas análises dos modelos mentais armazenados de jogadas passadas e das possíveis, característicos deste tipo de profissional, certo? E o mágico? Figura estranha, enganador, hilário, previsível, correto? Pois o modelo do enxadrista é extremamente cartesiano assim como propõe o próprio tabuleiro, já parou para pensar nisso? Figuras geometricamente perfeitas, monocromáticas dispostas em dois eixos cartesianos X e Y. E o mágico? Pois acredito que ele é quem melhor representa profissional de marketing. Vamos pensar. Qual o objetivo principal do marketing? Sim, ainda é vender mais com a melhor margem. Só que, por trás do conceito temos que entender que isto só é atingido se o cliente ou consumidor se encantar pela mensagem ou produto, e é isso que o mágico faz, utilizando-se de todos os recursos disponíveis ele vai executando movimentos precisos e rápidos (veja que estamos lembrando do enxadrista, mas no caso dele os movimentos são lentos e anestesiantes as vezes) para despertar a atenção de seu consumidor. E veja que vai muito mais além, o mágico tem que se planejar, pois se não tiver cadência em suas mágicas não vai ter um “Gran Finale”, também tem de observar a concorrência, afinal, saber o que outro está fazendo e que agrada o público pode ser por bem até copiado. Também precisa se atualizar e buscar técnicas novas e novos modelos de pensamento baseado no que já aconteceu, testar ações e mágicas novas, prosseguir ou retira-las da seqüência do espetáculo de acordo com a reação do público, buscar em sua cadeia de fornecedores, parceiros, que possam ajudá-lo neste desenvolvimento e com custos razoáveis porque a inovação é importante mas sem desprezar o poder econômico de seu consumidor. Por fim a relação com toda a equipe motivando-a, imagine o funcionário que fecha o cadeado da algema, desmotivado, no número da cama de estacas? Pode ser uma experiência pouco prazerosa. Por estes atributos considero o mágico nosso maior representante. Pense nisso.

O Bicho

Este é um poema que lembro de ter lido ainda pequeno, mas que me marcou muito...



Vi ontem um bicho

Na imundície do pátio

Catando comida entre os detritos.

Quando achava alguma coisa,

Não examinava nem cheirava:Engolia com voracidade.

O bicho não era um cão,Não era um gato,Não era um rato.



O bicho, meu Deus, era um homem


Manoel Bandeira

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

A diferença entre importante e urgente.

Um dos grandes problemas do meio empresarial é o da organização do profissional para a execução de suas tarefas diárias. Todos nós, independentes de nível hierárquico temos nossas atividades diárias, nossas responsabilidades. Mas alguém já se pegou tendo programado uma atividade para seu dia e não conseguindo finaliza-la por que outra atividade inesperada apareceu e tomou todo o seu tempo?
Se a resposta foi não, ótimo para você, mas acredito que ainda é um adolescente que irá daqui a alguns anos iniciar sua vida profissional. Agora se a resposta foi sim, bem vindo ao hall de profissionais da geração da internet, dos emails pelo celular, das vídeos conferências, das reuniões intermináveis, dos vôos atrasados e tudo mais que consomem nossos dias e que acabam até com o mais bem planejado e organizado dia de trabalho.
Mas aí vem a grande dúvida, para quem está no mercado de trabalho, existe uma fórmula mágica que faça com que estes contra-tempos não existam? Infelizmente tenho que dizer que não, mas existe uma forma de nos mantermos organizados a ponto de mantermos nosso foco de entrega de resultados independente de quantas vezes precisemos nos distanciar de nosso planejamento devido à “URGÊNCIAS” do dia-a-dia. Uma forma de nos organizarmos e criarmos, física ou mentalmente duas colunas que são paralelas, uma com atividades importantes e outra com atividades urgentes.
Em nosso dia de trabalho, todas as nossas atividades ou tarefas são importantes, por isso serão colocadas nesta coluna, e conforme as urgências forem aparecendo, serão colocadas na segunda coluna, em paralelo a outra de forma que fique claro qual ou quais seqüências de atividades você está abandonando para realizar aquela urgência, e também para que IMEDIATAMENTE ao término da urgência, você consiga de forma planeja e organizada retornar a sua seqüência inicial de trabalho. A coluna das urgências tem total prioridade sobre a coluna Importante, onde você deixa claro que irá parar de fazer o que estiver fazendo de importante para realizar a tarefa urgente, e dentro da lista de urgências, a seqüência também não pode ser rompida. Parece simples certo? Mas não é, o problema é que as urgências “pipocam” do chão, do teto, da mesa e de todos os lugares a todo o tempo, então, como fazer para manter a coluna de atividades importantes em dia?? Será que é impossível manter uma seqüência de trabalho?Na verdade não é, o grande segredo nesta estratégia de organização do trabalho é ter foco no resultado e saber exatamente os prazos de entrega de cada tarefa/atividade que está sendo desenvolvida. O que fará a diferença será a sua capacidade de migrar tarefas que estão na coluna Importante para a coluna Urgente à medida que o prazo de entrega da mesma comece a ficar muito apertado. Migrar as atividades de uma coluna para outra envolve disciplina e envolvimento com cada assunto e o entendimento do resultado esperado que deverá ser gerado em cada uma das tarefas.

Porque meu trabalho não é reconhecido?

Uma pergunta muito comum no meio empresarial é: Porque meu trabalho não é reconhecido? Aí está o grande segredo dos bons profissionais. Na verdade ser reconhecido varia muito de profissional para profissional. Muitos se contentam com “parabéns”, “muito bem, continue assim” e outras frases de reconhecimento momentâneo sem maiores conseqüências a curto e médio prazo. Mas o problema é sempre que vejo um profissional fazendo este questionamento para alguém, geralmente este diz respeito à remuneração e ou promoção.
Mas o que faz um profissional ter um aumento salarial ou ser promovido? Como conquistar o tão sonhado “reconhecimento” por parte do líder ou por parte da empresa? Será que seu líder é um insensível que não nota seu trabalho e quanto você é trabalhador e dedicado? Será que aquele bajulador será promovido em seu lugar? Será que o relacionamento com meu líder será o ponto chave para a concretização do “reconhecimento”?
Pois é, no meio empresarial, muitos jovens e velhos executivos se perguntam todos os dias a mesma coisa. Vendo seus colegas de trabalho se desenvolvendo, crescendo e o pior, é que às vezes os colegas promovidos trabalharam menos que você, e é aí que o famoso senso de injustiça aparece e faz com que o profissional pare de buscar o real motivo de seu não reconhecimento e passe a culpar os outros pelo seu insucesso.
A grande questão é, porque pessoas são promovidas e outras não? Porque pessoas conquistam aumentos salariais e outras não? Bem, para mim é simples, três palavras que fecham bem o conceito: FOCO NO RESULTADO.
Todos os dias vejo profissionais trabalhando muito, mas muito mesmo, às vezes pessoas boas, simpáticas, dedicadas e interessadas ficam até altas horas no escritório trabalhando, levam trabalho para casa, se desgastam, não dormem a noite pensando na empresa, chegam estressadas ao trabalho de tanta dedicação, mas nunca são “reconhecidas” por isso. E sabe o porque? É que eles não sabem o que significa ter foco no resultado, é o que chamo de “ENTREGAR” resultados, algo palpável, algo que pode ser mensurado e avaliado.
Em nosso dia-a-dia, sempre estamos realizando diversas tarefas, e nunca tão incomum, realizamos mais tarefas do que humanamente seríamos capazes de realizar é verdade. Só que este tipo de situação gera para alguns, grande frutos e para outros grandes transtornos e porque? ORGANIZAÇÃO.
Quando um profissional tem foco em entregar resultados ele se organiza de modo a iniciar e finalizar uma atividade, ao contrário de muitos que iniciam várias e nunca as terminam. Este segundo profissional trabalha muito mais que o outro, mas não consegue entregar os resultados de suas atividades e conseqüentemente será visto por seu líder como estando um passo atrás de seu colega que com as mesmas tarefas consegue de modo organizado e dinâmico ir fechando os ciclos e demonstrando seus resultados.
Portanto, sempre que estiver trabalhando muito e não for reconhecido, tente perceber quantas atividades você vem desenvolvendo ao longo de seu dia, e quantas delas você concluí ao final dele. A geração de resultados é determinada pelo saldo positivo da relação da quantidade de atividades iniciadas e da quantidade de atividades finalizadas. Inicie esta atividade simples a partir de amanhã, e você verá que seus resultados começaram a aparecer e seu reconhecimento também.

domingo, 29 de novembro de 2009

Ignore a Manchete e vá direto à notícia.

A comunicação entre os seres humanos é algo realmente surpreendente. Quando nos comunicamos existe uma necessidade mesmo que intrínseca de chamarmos a atenção para nós. E isso se torna mais relevante ainda se o assunto disser respeito ao trabalho do colega ao lado, ou do departamento vizinho.

Os líderes mais experimentados já conhecem muito bem este tipo de situação, mas os mais jovens, aqueles em formação ainda tem um longo caminho pela frente para distinguir a manchete da notícia.

Todo veiculo de comunicação é vide regra sensacionalista, uns mais outros menos, mas seguindo as mesmas características citadas acima, quem fala quer ter atenção, e para os veículos isto significa maior tiragem de sua edição e maior retorno sobre seus investimentos. Para que isto aconteça não é incomum termos grandes manchetes sensacionalistas sobre temas não muito polêmicos; frases como “Esposa de jogador de futebol encontra homem no shopping” e quando você vai lê a matéria descobre que o homem era o pai dela, e não o suposto amante que insinuava na manchete.

Muitos jovens executivos, ainda impetuosos e cheios de energia, costumam atropelar procedimentos e condutas, por se desestabilizarem e com isso até desestabilizando suas equipes pela falta de paciência e experiência na checagem das informações.

Assim como os veículos de comunicação, os seres humanos tendem a aumentar os problemas ao transmiti-los para seus líderes, e isto é um grande desafio para os que estão galgando posições dentro das companhias. Os líderes devem ser ter a tranqüilidade de escutar a história toda, antes de se manifestarem e as vezes, mesmo ao final, ter a paciência para buscar maiores informações seja ela da pessoa envolvida ou do departamento citado.

Líderes devem ser pontos de equilíbrio para seus liderados, e não fonte de estímulo a transmissão de sua impetuosidade e energia. Existia um slogan de uma marca de pneus que dizia, “potência não é nada sem controle” e isso realmente pode ser muito bem aplicado às relações humanas. O vigor e a impaciência da inexperiência por vezes atrapalham muitas carreiras que poderiam ser de sucesso.

Portanto, saiba contemplar os relatos de seus liderados, e saiba orientá-los sobre a importância de filtros e de fidedignidade na transmissão da informação e aguarde o fim da manchete e todo o conteúdo da notícia para só depois tomar uma decisão, e quando for tomá-la, lembre-se que às vezes o bom redator pode tornar a notícia tão atraente quando a própria manchete, então, mantenha a paciência, equilíbrio e a compostura diante de sua equipe e vá de forma calma e tranqüila apurar os fatos.

Qual a melhor forma de se fazer um relatório?

Um dos grandes dilemas de profissionais de várias áreas consiste na necessidade composição de um relatório para demonstrar seus resultados, necessidades ou avaliações para a matriz, para o chefe ou para seus parceiros de negócios. Muitos tentam encontrar receitas prontas, teorizadas, e ou já utilizadas com sucesso em alguma outra empresa ou situação. Mas para o martírio desses executivos tenho de alertá-los que não existem receitas nem padrão que funcionem em todos os lugares.

Acredito muito que uma seqüência de atividades resolva em muito o problema desta definição, uma vez que ela será a mais usual em todas as empresas, organizações e situações. O primeiro passo é conversar com a pessoa a qual o relatório se destina, mesmo a matriz, como instituição, é representada por uma pessoa, que geralmente pode ser seu chefe, ou algum superior dele, portanto o primeiro passo é o diálogo.

O diálogo é o início de todo o relatório, é através dele que o profissional, de forma verbal, declara aquilo será mais tarde resumido no relatório. É quando se descobrem quais são as informações mais relevantes para aquela organização ou parceiro, e é neste momento também que se descobre algo muito importante com relação a relatórios, a sua periodicidade.

A periodicidade varia muito de projeto para projeto e de líder para líder, baseando-se na experiência deste, em seu conhecimento sobre o processo e de seu interesse na contribuição para a construção do profissional, baseando-se sempre em sua maturidade profissional na execução da tarefa.

Outro detalhe importante obtido pelo diálogo é a forma, é o como apresentar, em qual seqüência os dados realmente farão sentido e como o conteúdo é geralmente compreendido pelos que irão recebê-los.

Portanto, não existe receita, formato, conteúdo ou periodicidade padrão, elas sempre irão variar de acordo com a necessidade de cada projeto e de cada líder e esta só será compreendido através do diálogo franco e aberto com os interessados em receber a informação.

Sendo assim fique tranqüilo, quando alguém lhe perguntar como é que você costuma gerar um relatório para seu superior, ou qualquer outra pessoa, você pode iniciar com ele um bom diálogo e assim construir de forma criativa, exclusiva e eficiente e seu velho e bom novo relatório.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A diferença entre o termômetro e o termostato.

Você sabe a diferença entre o termômetro e o termostato? pois bem, durante nossa vida profissional ou de marketing de produtos ou serviços, pouco paramos para pensar nestes dois objetos de uso tão cotidiano em nossas vidas. Às vezes ainda confundimos os dois dizendo que servem para mesma coisa, mas isto não é verdade. O termômetro serve para medir, mensurar a temperatura, e o termostato? Também não faz a mensuração? É verdade, mas com um diferencial básico, o termostato, após a constatação da temperatura ele age sobre canais para ajustá-los aos padrões estabelecidos pelo usuário.Traduzindo para o marketing de produto, será que seu produto ou sua oferta está apenas acompanhando o mercado, ou está interagindo com ele? Será que seu produto é um produto termômetro que fica estático ás necessidades do usuário ou interage com elas e as satisfaz por completo. Você já pensou antes de lançar um produto em seu posicionamento de forma clara e oportuna? O que mercado espera dele, ou será que o mercado necessita dele?E sua empresa? Ela é uma empresa termômetro ou termostato? Traduzindo para o lado profissional, que tipo de profissional você é? É aquele que identifica problemas, mas nunca está disposto a resolvê-los por não fazer parte de sua função ou sempre interage com o meio propondo soluções e revelando oportunidades independente de seu reconhecimento a curto prazo? Outras áreas de negócios como a de R.H. poderia descrever estes dois objetos quando ditos como características pessoais como sendo a diferença entre habilidade e atitude. Tanto o termômetro quanto o termostato tem a habilidade de medir ou mensurar a temperatura, mas apenas o termostato tem a capacidade ou iniciativa de interferir no meio em que está para regularizá-la.Profissionalmente são características muito distintas e ditas por muito de igual valor, mas eu defendo que, ao se ter atitude você terá uma grande facilidade no desenvolvimento de sua habilidade para qualquer tipo de trabalho. Imaginemos que você é o melhor torneiro mecânico de sua empresa, ninguém tem maior habilidade para fazer parafusos que você, mas se não tiver atitude, será que irá todos os dias fazê-los da mesma forma? E se a máquina tiver algum pequeno problema, ou você perceber que existe uma forma de produzir mais e desperdiçar menos, você não irá interferir? A Atitude geralmente desenvolve a habilidade, mas nem sempre a habilidade desenvolve a atitude. Outro exemplo? Sou um excelente pintor, mas não tenho atitude para comprar as telas, os pincéis e as tintas, de que me adianta ser bom em pintura se nunca pinto nada? Pense nisso, ter habilidade é importante, e desenvolve-la cada vez é uma necessidade, mas isto só irá acontecer se você tiver pró-atividade, tiver atitude. Desenvolver produtos inovadores, gerar necessidades, criar tendências, assumir riscos, propor mudanças são ações feitas muito mais por quem tem atitude de levá-las a publico ou ao conhecimento do chefe do que de seus próprios criadores na maioria dos casos.