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Blog do Cavuto

domingo, 29 de novembro de 2009

Ignore a Manchete e vá direto à notícia.

A comunicação entre os seres humanos é algo realmente surpreendente. Quando nos comunicamos existe uma necessidade mesmo que intrínseca de chamarmos a atenção para nós. E isso se torna mais relevante ainda se o assunto disser respeito ao trabalho do colega ao lado, ou do departamento vizinho.

Os líderes mais experimentados já conhecem muito bem este tipo de situação, mas os mais jovens, aqueles em formação ainda tem um longo caminho pela frente para distinguir a manchete da notícia.

Todo veiculo de comunicação é vide regra sensacionalista, uns mais outros menos, mas seguindo as mesmas características citadas acima, quem fala quer ter atenção, e para os veículos isto significa maior tiragem de sua edição e maior retorno sobre seus investimentos. Para que isto aconteça não é incomum termos grandes manchetes sensacionalistas sobre temas não muito polêmicos; frases como “Esposa de jogador de futebol encontra homem no shopping” e quando você vai lê a matéria descobre que o homem era o pai dela, e não o suposto amante que insinuava na manchete.

Muitos jovens executivos, ainda impetuosos e cheios de energia, costumam atropelar procedimentos e condutas, por se desestabilizarem e com isso até desestabilizando suas equipes pela falta de paciência e experiência na checagem das informações.

Assim como os veículos de comunicação, os seres humanos tendem a aumentar os problemas ao transmiti-los para seus líderes, e isto é um grande desafio para os que estão galgando posições dentro das companhias. Os líderes devem ser ter a tranqüilidade de escutar a história toda, antes de se manifestarem e as vezes, mesmo ao final, ter a paciência para buscar maiores informações seja ela da pessoa envolvida ou do departamento citado.

Líderes devem ser pontos de equilíbrio para seus liderados, e não fonte de estímulo a transmissão de sua impetuosidade e energia. Existia um slogan de uma marca de pneus que dizia, “potência não é nada sem controle” e isso realmente pode ser muito bem aplicado às relações humanas. O vigor e a impaciência da inexperiência por vezes atrapalham muitas carreiras que poderiam ser de sucesso.

Portanto, saiba contemplar os relatos de seus liderados, e saiba orientá-los sobre a importância de filtros e de fidedignidade na transmissão da informação e aguarde o fim da manchete e todo o conteúdo da notícia para só depois tomar uma decisão, e quando for tomá-la, lembre-se que às vezes o bom redator pode tornar a notícia tão atraente quando a própria manchete, então, mantenha a paciência, equilíbrio e a compostura diante de sua equipe e vá de forma calma e tranqüila apurar os fatos.

Qual a melhor forma de se fazer um relatório?

Um dos grandes dilemas de profissionais de várias áreas consiste na necessidade composição de um relatório para demonstrar seus resultados, necessidades ou avaliações para a matriz, para o chefe ou para seus parceiros de negócios. Muitos tentam encontrar receitas prontas, teorizadas, e ou já utilizadas com sucesso em alguma outra empresa ou situação. Mas para o martírio desses executivos tenho de alertá-los que não existem receitas nem padrão que funcionem em todos os lugares.

Acredito muito que uma seqüência de atividades resolva em muito o problema desta definição, uma vez que ela será a mais usual em todas as empresas, organizações e situações. O primeiro passo é conversar com a pessoa a qual o relatório se destina, mesmo a matriz, como instituição, é representada por uma pessoa, que geralmente pode ser seu chefe, ou algum superior dele, portanto o primeiro passo é o diálogo.

O diálogo é o início de todo o relatório, é através dele que o profissional, de forma verbal, declara aquilo será mais tarde resumido no relatório. É quando se descobrem quais são as informações mais relevantes para aquela organização ou parceiro, e é neste momento também que se descobre algo muito importante com relação a relatórios, a sua periodicidade.

A periodicidade varia muito de projeto para projeto e de líder para líder, baseando-se na experiência deste, em seu conhecimento sobre o processo e de seu interesse na contribuição para a construção do profissional, baseando-se sempre em sua maturidade profissional na execução da tarefa.

Outro detalhe importante obtido pelo diálogo é a forma, é o como apresentar, em qual seqüência os dados realmente farão sentido e como o conteúdo é geralmente compreendido pelos que irão recebê-los.

Portanto, não existe receita, formato, conteúdo ou periodicidade padrão, elas sempre irão variar de acordo com a necessidade de cada projeto e de cada líder e esta só será compreendido através do diálogo franco e aberto com os interessados em receber a informação.

Sendo assim fique tranqüilo, quando alguém lhe perguntar como é que você costuma gerar um relatório para seu superior, ou qualquer outra pessoa, você pode iniciar com ele um bom diálogo e assim construir de forma criativa, exclusiva e eficiente e seu velho e bom novo relatório.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A diferença entre o termômetro e o termostato.

Você sabe a diferença entre o termômetro e o termostato? pois bem, durante nossa vida profissional ou de marketing de produtos ou serviços, pouco paramos para pensar nestes dois objetos de uso tão cotidiano em nossas vidas. Às vezes ainda confundimos os dois dizendo que servem para mesma coisa, mas isto não é verdade. O termômetro serve para medir, mensurar a temperatura, e o termostato? Também não faz a mensuração? É verdade, mas com um diferencial básico, o termostato, após a constatação da temperatura ele age sobre canais para ajustá-los aos padrões estabelecidos pelo usuário.Traduzindo para o marketing de produto, será que seu produto ou sua oferta está apenas acompanhando o mercado, ou está interagindo com ele? Será que seu produto é um produto termômetro que fica estático ás necessidades do usuário ou interage com elas e as satisfaz por completo. Você já pensou antes de lançar um produto em seu posicionamento de forma clara e oportuna? O que mercado espera dele, ou será que o mercado necessita dele?E sua empresa? Ela é uma empresa termômetro ou termostato? Traduzindo para o lado profissional, que tipo de profissional você é? É aquele que identifica problemas, mas nunca está disposto a resolvê-los por não fazer parte de sua função ou sempre interage com o meio propondo soluções e revelando oportunidades independente de seu reconhecimento a curto prazo? Outras áreas de negócios como a de R.H. poderia descrever estes dois objetos quando ditos como características pessoais como sendo a diferença entre habilidade e atitude. Tanto o termômetro quanto o termostato tem a habilidade de medir ou mensurar a temperatura, mas apenas o termostato tem a capacidade ou iniciativa de interferir no meio em que está para regularizá-la.Profissionalmente são características muito distintas e ditas por muito de igual valor, mas eu defendo que, ao se ter atitude você terá uma grande facilidade no desenvolvimento de sua habilidade para qualquer tipo de trabalho. Imaginemos que você é o melhor torneiro mecânico de sua empresa, ninguém tem maior habilidade para fazer parafusos que você, mas se não tiver atitude, será que irá todos os dias fazê-los da mesma forma? E se a máquina tiver algum pequeno problema, ou você perceber que existe uma forma de produzir mais e desperdiçar menos, você não irá interferir? A Atitude geralmente desenvolve a habilidade, mas nem sempre a habilidade desenvolve a atitude. Outro exemplo? Sou um excelente pintor, mas não tenho atitude para comprar as telas, os pincéis e as tintas, de que me adianta ser bom em pintura se nunca pinto nada? Pense nisso, ter habilidade é importante, e desenvolve-la cada vez é uma necessidade, mas isto só irá acontecer se você tiver pró-atividade, tiver atitude. Desenvolver produtos inovadores, gerar necessidades, criar tendências, assumir riscos, propor mudanças são ações feitas muito mais por quem tem atitude de levá-las a publico ou ao conhecimento do chefe do que de seus próprios criadores na maioria dos casos.

domingo, 18 de outubro de 2009

Processo de tomada de decisão



Quantas vezes nós já não nos sentimos divididos entre escolhas?, na verdade está aí a grande parte de nossas preocupações diárias, nossa vida é cheia de decisões a todo o instante, desde a hora em que decidimos nos levantar pela manhã para ir ao trabalho até o momento que decidimos ir nos recolher a noite para acordar cedo no outro dia. O dia gira em torno de escolhas, vou comer na padaria? Vou ultrapassar este carro da frente? vou pedir aumento ao meu chefe? vou ao banheiro agora ou posso aguardar finalizar um email? O importante é saber que todas as decisões podem nos tornar escravos do futuro que criarmos para nós mesmos, na verdade digo que “ Uma tomada de decisão errada no presente nos deixará presos ao passado quando nos escravizar ao futuro” por isso sempre tenha um sistema de análise de tomada de decisão junto de sua vida.Uma coisa tem de ficar clara, nunca teremos a quantidade de informação necessária para tomar uma ou outra decisão, é isso que torna a vida das pessoas estressantes, o risco sempre estará a nossa volta, e isso que nos difere de muitos animais e isto que nos difere entre nós mesmos. A capacidade de administrar e suportar o risco são os diferenciais ambicionados na seleção de profissionais por qualquer empresa. Lembrem que as empresas não querem funcionários que não erram, mas sim aqueles que erram menos e que são capazes de em menos tempo que outro com uma quantidade de informação muito menor que a necessária consigam tomar uma decisão acertada, e se errada proceder a retomada do controle e a diminuição dos prejuízos.Todo este processo deve ser regido pela lógica do risco, o quanto esta decisão, ação ou atitude irá influenciar a minha vida e ou a vida das pessoas ao meu redor? Por quanto tempo? De que forma? E em caso negativo como irei resolver o ocorrido. Analisar as possíveis variáveis nem sempre é fácil, mas algumas dicas são importantes, se o negócio é de risco, ou de longa maturação tente investir sempre o mínimo possível, e vá regando a plantinha e colocando mais adubo conforme ela for se desenvolvendo. Será que me candidatar a uma nova função dentro da empresa que estou é a melhor escolha para mim neste momento? Estou preparado? O que as pessoas que conhecem o meu trabalho neste departamento vão esperar de meu desempenho no outro? E ou se eu for chefe, o que meus colegas que estavam lado a lado no dia a dia irão esperar da minha gestão sobre eles? Será que eles continuaram meus amigos?.Todas essas questões nós nos fazemos com freqüência e serão respondidas de forma diferentes por cada um. Existe uma resposta correta? aí é que vem a grande dificuldade, nunca existirá a resposta mais correta que possa ser generalizada pois dependerá do perfil de cada ser humano e de como ele encara os riscos, os acertos e os erros.

Problemas entre áreas geram pré-julgamentos entre profissionais.


Acompanhando o mercado vejo cada dia mais profissionais confundindo seus parceiros de trabalho de outros departamentos com os estereótipos da área com a qual eles trabalham, ou ainda mais, rixas internas ou problemas de performance ocorridos em algum momento recente da história da empresa geram grandes problemas de relacionamento e aumento das exigências para com o novo colega.
Lidar com isto não é nada fácil, se você é um destes “entrantes”, então pode ir começando a se preparar para encarar talvez um dos maiores desafios profissionais de sua carreira, não que seja difícil, mas entrar em um time que está ganhando, que tem um grande técnico, e tem o apoio da torcida é bem mais fácil do que entrar em outro que está para ser rebaixado, o técnico está desacreditado e toda a torcida quer dar opinião de como e de o quê fazer para as coisas melhorarem.
Mas não se preocupe, com perseverança e empenho tudo é possível.
Caso perceba que o ambiente de trabalho que você está entrando está hostil, então é melhor que você siga algumas dicas: Primeiro, escute muito, fique atento, descubra as principais queixas e comentários que as outras áreas fazem de seu antigo setor; Segundo, anote tudo, não queremos que você esqueça daquilo que certamente serão suas prioridades para reverter; Terceiro, não opine sobre nada e não defenda ninguém até ter tudo sob controle e Quarto, relacione-se bem com todos, esta é a hora de se aproximar das pessoas muito mais do que querer mostrar trabalho, tudo tem seu tempo, sem as pessoas ao seu lado, tudo o que você quiser implementar será mais trabalhoso.
Portanto vá em frente, mostre seu trabalho, crie, desenvolva, e o mais importante: compartilhe! Esse é o momento de unir pessoas em torno do objetivo comum ao seu negócio específico e ao desenvolvimento da empresa onde trabalha. Neste momento pequenos tropeços devem ser encarados com naturalidade afinal nem tudo se muda do dia para noite, insista, persista e nunca desista, e certamente passará por este desafio podendo depois contar boas histórias sobre ele.

domingo, 16 de agosto de 2009

Tem coisas que só a Philco faz por você!!

Quem não se lembra deste slogan? eu particularmente me lembro bem, pois em meu primeiro ano de faculdade, lembro que em uma aula pegamos alguns slogans famosos para devirar e transformá-los em nossos slogans pessoais, nem lembro mais do resultado, mas o comercial é sempre bom relembrar.

Este foi o primeiro



a idéia deu tão certo que resolveram fazer a continuação




este é um pouco mais antigo, mas foi onde tudo começou..

Trate bem do seu marido!!!

Esse comercial do Mc Donalds é muito interessante!

domingo, 2 de agosto de 2009

Final muito bom!!!!

domingo, 19 de julho de 2009

Estes meninos não tem muita sorte!!

São dois filmes, um para o dia das mães e outro para o dia dos pais. Com a chegada de mais um na familia muitas preocupações para duas crianças na hora de escolher um presente muito especial para seus pais.









Mamãe disse que posso!! este menino é muito obediente!

essa é engraçada!